domingo, 24 de maio de 2009

O Roque

Conforme podemos ver no diagrama mais abaixo, a posição inicial das peças de xadrez é tal que as mesmas não têm nenhuma mobilidade, à exceção dos cavalos.

Desta forma, normalmente, as partidas se iniciam com o avanço dos peões centrais, com o objetivo de permitir a movimentação das peças.

Isto, por sua vez, faz com que as primeiras escaramuças da partida aconteçam no centro do tabuleiro e que após o desaparecimento dos peões centrais, geralmente por trocas, o rei fique exposto devido encontrar-se em uma coluna aberta.

NOTA: colunas abertas são aquelas nas quais não existam peões.

Por outro lado, as torres são praticamente inúteis em sua posição inicial, bloqueadas que estão pelo peão que se encontra em sua coluna.

NOTA: as torres têm um largo campo de ação e sua máxima eficiência é alcançada quando se encontram em uma coluna aberta.

Em assim sendo, é conveniente afastar o rei das colunas centrais abertas e ocupá-las com as torres.


COMO SE CONSEGUE ISSO?

Mediante uma jogada especial denominada roque. O roque é uma jogada peculiar porque:

a) é a única jogada no jogo de xadrez em que é possível mover duas peças em um único movimento.

b) cada jogador só pode fazer o roque uma única vez durante a partida.


TIPOS DE ROQUE

a) o roque curto, quando se realiza com a torre do rei.

b) o roque grande, quando se realiza com a torre da dama.


EXECUÇÃO DO ROQUE

Para realizar o roque, o rei move duas casas em direção à torre com a qual fará o roque e, na mesma jogada se coloca a torre na casa ao lado do rei, porém na direção oposta.

No diagrama ao lado vemos uma posição em que ambos os reis estão no centro do tabuleiro e têm possibilidade de realizar o roque.

A seguir no diagrama mais abaixo podemos ver a posição resultante depois que as brancas realizaram o roque grande e as negras o roque pequeno.

Como podemos no roque grande a torre se movimenta três casas e no roque curto duas casas.

Note também que uma vez realizado o roque, os dois lados podem mover imediatamente suas torres até a coluna aberta e que seus reis foram afastados do perigo.


QUANDO É POSSÍVEL ROCAR?

Para poder realizar o roque é necessário que:

a) O rei e a torre com a qual se deseja fazer o roque, não tenham sido movidos até o momento.

NOTA: não basta que o rei e a torre se encontrem em suas casas de origem, mas que não tenham sido movidos durante o transcurso da partida até o momento de fazer o roque.

Assim, por exemplo, na posição do diagrama ao lado as brancas não podem realizar o roque, pois já movimentaram o rei.

Por outro lado, as negras poderão realizar o roque pequeno, mas não o roque grande, mesmo que a torre movida para a casa a7 retorne à sua casa original.

b) Que as casas situadas entre o rei e a torre com a qual se deseja fazer o roque estejam livres.

Não pode haver nenhuma peça, própria ou do adversário, entre o rei e a torre.

No diagrama ao lado as brancas podem realizar o roque pequeno, mas não o roque grande, pois existe um bispo negro situado entre o rei e a torre da dama.

Já as negras podem realizar o roque grande, mas não podem fazer o roque pequeno, pois o bispo do rei ainda está em sua casa original.

c) Que o rei não se encontre em xeque ou tenha que passar por uma casa dominada por alguma peça do adversário.

No diagrama abaixo as brancas não podem fazer o roque, pois estão em xeque (não seria problema se a peça ameaçada fosse a torre).


No que diz respeito às peças negras, podemos ver que o bispo branco domina as casas b8 e f8, logo, o rei negro não poderá fazer o roque pequeno, pois deverá passar pela casa f8.

Já o roque grande é possível ser feito, pois a peça que irá passar pela casa atacada (b8) é a torre.

Portanto não esqueça: não é possível fazer o roque se o rei não tiver de passar por uma casa dominada (atacada) por peças contrárias.

Mas é possível realizar o roque se apenas a torre passar uma casa atacada por peças do adversário.

O Xeque

Se durante o transcurso de uma partida de xadrez ameaçamos uma peça do adversário, não existe a necessidade de informar o adversário. Ele deve ver as ameaças e tomar as medidas necessárias para a defesa da peça.

Entretanto, quando se ameaça o rei do adversário, ainda que as regras do xadrez não obriguem a fazê-lo, o normal é avisar o adversário usando as palavras “xeque ao rei” ou, simplesmente, xeque!

No diagrama ao lado podemos ver uma posição sobre o tabuleiro na qual o rei negro se encontra em xeque, pois a dama branca o ameaça. Neste caso é obrigatório o condutor das peças negras se defender e afastar o rei da ameaça.

Quando o rei está em xeque existem três formas de se defender:

1) Capturando a peça agressora. Na posição do diagrama acima a dama branca pode ser capturada pela torre negra posicionada em h3. Neste caso, o rei branco ficaria em xeque.

2) Movendo o rei para uma casa que não esteja ameaçada por uma peça do adversário. No caso acima o rei negro teria a sua disposição as casas d7, d8 e f8. Já as casas f7 e e7 estão dominadas pelo peão de g6 e pela dama, respectivamente.

3) Interceptando o xeque com uma peça. Neste caso as negras poderiam mover o bispo da casa a3 para a casa e7, interpondo-se entre o rei e a dama inimiga. Em termos enxadrísticos esta ação é denominada de “cobrir o xeque”.

Esta última forma de defesa não é possível contra xeques de cavalo ou peão, devido ao movimento peculiar destas duas peças.

O XEQUE MATE

Como sabemos, o objetivo de uma partida de xadrez é a captura do rei adversário. Quem consegue, é o vencedor da partida. Mas na verdade a captura propriamente dita do rei nunca se chega a consumar, pois uma partida de xadrez termina automaticamente quando se dá um xeque e o rei ameaçado não tem nenhuma das três possibilidades explicadas acima de escapar do xeque.

No diagrama ao lado podemos ver uma posição em que o rei negro está ameaçado pela torre branca e, além disso, as demais casas estão dominadas por peças contrárias (f8 e d7 pela mesma torre que dá o xeque e e7 e f7 pelo rei).

Por outro lado, a torre não pode ser capturada pelo rei, pois está defendida pelo cavalo branco.

É importante notar que tanto a torre quanto o bispo negro não podem interceptar a ação da torre branca. Quando um rei se encontra nesta situação, dizemos que é xeque mate e a partida é encerrada com a vitória do jogador que deu o xeque mate, neste caso, as brancas.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

O Valor das Peças

Do simples estudo do movimento das peças, podemos deduzir que o valor das mesmas, sobre o tabuleiro, tem que ser distinto.

É obvio que a DAMA, por sua mobilidade e grande numero de casas que pode dominar, é a peça mais valiosa.

Por outro lado, o PEÃO, devido ao seu ritmo lento e alcance limitado é a de menor valor.

Tomando-se o peão como medida comparativa, ou seja, atribuindo a unidade como valor do peão termos a seguinte pontuação:

Peão -> 01 ponto.
Cavalo -> 03 pontos.
Bispo -> 03 pontos.
Torre -> 05 pontos.
Dama -> 10 pontos.

Esta escala de valores é bastante simples, mas basicamente correta.

Obviamente, a valorização das peças muda com base na posição das mesmas sobre o tabuleiro; por exemplo, em determinadas posições um bispo pode ser superior ou inferior a um cavalo, uma dama superior ou inferior a duas torres ou, uma torre ser inferior a um bispo.

O importante é que os valores acima indicados podem e devem ser utilizados para analisar se uma determinada troca de peças ou peões é, ou não, conveniente.

O rei, obviamente, por ser uma peça que não pode ser trocada, não precisa ser incluso nesta tabela de valores. Entretanto, ao chegar no final de uma partida, sua força pode ser de fundamental importância para a decisão do jogo.

A tabela em anexo mostra objetivamente o porque da pontuação atribuída a cada uma das peças. Ao fazer os exercícios sugeridos, verificaremos facilmente os motivos pelos os quais, por exemplo, podemos apontar a dama com um valor equivalente a duas torres, etc.

O movimento das peças de xadrez: o PEÃO

Os peões deslocam-se em uma direção vertical (ou seja, para frente) ao longo da coluna em que está localizado.

O peão é a única peça do jogo de xadrez que não pode mover-se para trás, ou seja: movimenta-se apenas para frente.

Um peão situado em sua casa de origem, como é o caso do peão da casa “f2” no diagrama ao lado, pode avançar uma ou duas casas à frente.

No entanto, uma vez que o peão já tenha sido movido, como é o caso do peão situado na casa c5, somente poderá avançar uma casa a cada jogada.

Capturando com o PEÃO

O peão captura as peças ou os peões do adversário de uma forma peculiar, pois não captura da mesma forma que se move. O peão se move para frente e faz a captura na diagonal, avançando um passo até uma casa de uma coluna adjacente. Esta maneira diferente de fazer capturas dá ao peão a possibilidade de mover-se de uma coluna para outra contígua.

Desta forma, no diagrama ao lado, o peão branco pode capturar o bispo negro em c5 e também proteger a Torre Branca de e5.

Se capturar o bispo preto passará a ocupar a casa “c5” no lugar do bispo.

Em contrapartida, o peão branco não pode capturar o peão preto que está na casa “d5” que está obstruindo a sua passagem.

Neste caso, pode-se dizer que os dois peões estão se bloqueando mutuamente.

No mesmo diagrama podemos observar que o peão preto de “g2” também é bloqueado pelo bispo branco de “g1”.

Capturando “na passagem”

Não é fácil explicar a chamada captura "de passagem", por isso vamos utilizar o diagrama abaixo para mostrar esta peculiaridade no movimento dos peões.

Na figura ao lado vemos um peão branco em sua casa original, o peão em e2, e vemos também um peão preto (em d4) que atingiu a quarta linha e está localizado em uma coluna adjacente ao peão branco.

Se agora fosse a vez do condutor das peças brancas fazer o lance, e se ele movimentar o peão de “e2” duas casas à frente (para a casa e4), podemos dizer que para chegar até a casa e4, antes ele passou pela casa e3.

É neste momento que o peão negro pode executar a chamada captura “an passant”, pois será feita quando “da passagem” do peão branco pela casa e3. Assim sendo, o peão negro agora ocupará a casa “e3”, onde foi feita a “captura na passant”.

No diagrama ao lado podemos ver a posição final após a captura do peão branco “na passagem”.

Assim, basicamente a “captura na passagem” pode ser realizada quando o peão contrário avançar duas casas e, neste avanço, passar por uma casa dominada pelo peão que vai realizar a tal captura.

É importante notar que a captura “na passagem” deve ser realizada no momento em que o adversário moveu o peão duas casas à frente. Se não for feita neste momento, a captura deixa de existir, pois não será possível executá-la lances à frente.

Tampouco será possível realizar a captura na passagem, se o peão, anteriormente, já tivesse avançado apenas uma casa e agora ao ser atacado, mover-se uma casa para frente.

Nota importante: somente os peões podem fazer uma captura na passagem e única e exclusivamente capturando outros peões, nunca uma peça.

A “promoção” do peão

Esta é outra peculiaridade dos peões que lhes confere um potencial extraordinário. Quando um peão vai avançando e chega até a oitava fila, se diz que o peão “corou” convertendo-se em uma peça. Neste momento o jogador pode converter o peão na peça que desejar, exceto o rei.

Nota: mesmo que todas as peças do adversário ainda estejam no tabuleiro, o jogador escolhe aquela que desejar.

O caso mais normal de promoção é a escolha da dama, ou seja, o peão chega na ultima fila e é substituído por uma dama – já que esta é a peça mais valiosa do jogo.

Entretanto, pode haver situações nas quais é mais interessante “promover” uma peça menor: torre, bispo ou cavalo.

No momento da promoção não importa se existam outras peças iguais no tabuleiro, ou seja, o jogador pode ficar, por exemplo, com duas, três, quatro ou até mesmo oito damas no tabuleiro.

Desta forma, teoricamente, poderia ocorrer uma situação de termos até dezoito damas no tabuleiro – nove para cada lado.

O movimento das peças de xadrez: o CAVALO

O CAVALO é a peça de xadrez mais complexa de mover para o principiante, pois o seu movimento tem a forma da letra L, movendo-se duas casas em um sentido e depois uma casa em direção perpendicular.

Ou seja, partindo da casa em que se encontra pode mover-se para outra casa distante duas casas horizontais e uma vertical ou vice-versa.

O CAVALO, assim como as demais peças do jogo de xadrez, pode mover-se tanto para a frente quanto para trás.

No diagrama ao lado estamos vendo dois CAVALOS. Um está posicionado na casa “c6” (uma casa localizada mais no centro do tabuleiro) e o outro posicionado em um dos cantos, na casa “h1”.

Veja que enquanto o CAVALO da casa “c6” domina oito casas, o posicionado na casa “h1” domina apenas duas casas.

Logo, podemos afirmar que o CAVALO tal qual a dama, o bispo e o rei, quanto mais próximo estiver do centro do tabuleiro maior será o seu campo de ação, a sua força de jogo.

NOTA IMPORTANTE: o CAVALO é a única peça do jogo de xadrez que pode saltar por cima das outras peças e peões – tanto as suas, quanto às do adversário.

Capturando com o CAVALO

Como a maioria das peças do xadrez, o CAVALO captura uma peça ou um peão do adversário instalando-se na casa antes ocupada por esta peça ou peão. O CAVALO captura da mesma forma que se movimenta.

Analizando o diagrama ao lado, verificamos que o CAVALO branco colocado na casa “e5” pode capturar o bispo (de “c6”), o cavalo (de “d3”) ou o peão (de “g6”).

Alem disso, o CAVALO branco também pode mover-se para as casas c4, g4 e d7, e neste caso, não existe nenhum tipo de impedimento já o cavalo pode saltar sobre os peões de d6 e e6.

Por outro lado, o cavalo não pode mover-se para as casas f3 e f7 por encontrarem-se ocupadas por um peão e uma torre da mesma cor. Neste caso, se diz que o cavalo está defendendo este peão e esta torre.

Não esqueça: No jogo de xadrez não se pode capturar os peões nem as peças do próprio bando, ou seja, da própria cor. Logo, se estamos jogando com as peças brancas podemos capturar apenas peças ou peões da cor negra.

O movimento das peças de xadrez: o REI

O REI movimenta-se sobre o tabuleiro da mesma forma que a dama, ou seja, tanto horizontalmente, como verticalmente, como pelas diagonais.

Entretanto existe uma grande diferença entre o movimento destas duas peças, pois enquanto a dama tem um grande raio de ação, limitado apenas quando uma peça da mesma cor está no seu caminho, o REI somente pode ser jogado às casas contíguas à sua.

O REI movimenta-se apenas uma casa de cada vez.



No diagrama ao lado podemos ver o REI posicionado na casa d4.


As casas marcadas pela cor azul identificam as casas às quais o REI poderia se mover neste instante.

Portanto, como se pode ver, o raio de ação do REI é muito limitado já que mesmo posicionado no centro do tabuleiro controla apenas oito casas e quando posicionado em um dos cantos do tabuleiro, apenas 3 casas.


Capturando com o REI

O REI pode capturar uma peça ou um peão que esteja posicionado em uma casa vizinha à sua, desde que esta peça ou peão não esteja protegida por outra peça ou peão do adversário.

Assim como a dama, a torre e o bispo, ao capturar uma peça ou peão, o REI se coloca na casa antes ocupada pela peça ou peão.

Não podemos esquecer que o REI é a peça mais importante no jogo de xadrez e que se não pudermos evitar que o adversário o capture, então teremos recebido um xeque mate e a partida estará terminada com a nossa derrota.

Este fato implica, também, que em momento algum da partida o REI pode ser colocado em xeque por si próprio, ou seja, ele não pode se movimentar para uma casa que esteja sendo controlada pelo adversário naquele momento.

Na posição do diagrama ao lado o REI está em xeque e pode ser capturado pelo bispo negro.


Assim sendo, o condutor das peças brancas é obrigado a mover o REI, ou capturar o bispo ou a colocar uma peça entre o bispo negro e o REI.

É importante notar que o REI branco não pode capturar o bispo (pois ele está defendido pelo rei negro) e tampouco é possível colocar uma peça entre ele e o bispo negro.


Logo, restam apenas duas opções ao REI branco: mover-se para a casa d5 (destacada na cor azul) ou capturar o peão posicionado na casa f5 (também destacado na cor azul).

As casas d6, e6 e f6 estão todas dominadas pela torre negra posicionada em g6.

A casa e4 está dominada pelo peão posicionado em f5.


A casa f4 está ocupada por um bispo branco (mesma cor do rei, portanto não pode ser capturado).

O movimento das peças de xadrez: a DAMA

A DAMA é a peça com o maior campo de ação no jogo de xadrez e se move sobre o tabuleiro somando-se os movimentos das torres e dos bispos.

Ou seja, a DAMA se movimenta pelas colunas e linhas (tal qual as torres) e, também, pelas diagonais (tal qual os bispos).

Pode se movimentar uma ou mais casas de uma única vez, mas não pode “passar por cima” de uma peça ou peão, desta forma, se detém diante de um obstáculo ou ainda pode captura-los, desde que a peça ou o peão seja do adversário.

No diagrama ao lado, por exemplo, a DAMA pode mover-se desde a posição na qual se encontra para qualquer uma das casas do tabuleiro cobertas pelas flechas traçadas no tabuleiro.

Pode-se dizer que sobre um tabuleiro sem peças ou peões, posicionado no centro do tabuleiro, a DAMA tem vinte e sete possibilidades de ser jogada. Por outro lado se está posicionada em um dos cantos do tabuleiro, controla apenas vinte e uma casas.

Capturando com a DAMA

A DAMA pode capturar as peças inimigas que se encontram situadas nas casas às quais ela pode ser jogada, desta forma, a DAMA captura da mesma forma que se move.

Na posição ao lado a DAMA está ameaçando, simultaneamente, dezenove casas (c2, c4, c6, d3, d4, d5, e1, e2, e3, e5, e6, f3, f4, f5, g2, g4, g6, h1 e h7), sendo que em três delas capturaria uma peça negra o cavalo (de e1), a dama (de h1) e o bispo (de h7).

Mas a torre (de a8) e o peão (de a4) não podem ser capturados pela DAMA branca, pois A ação dela se vê interrompida pela torre branca (de b4) e pelo cavalo branco (de b7).
Também o REI negro não se encontra em xeque pela ação interceptora do peão branco à sua frente.

Cabe ressaltar, também, que na posição acima a DAMA branca se encontra “cravada” pelo bispo negro (note que atrás da DAMA branca se encontra o REI branco) e assim sendo, os movimentos até as casas c4, c6, d4, d5, e1, e2, e3, e5, e6, f3, f4, g2, g4 e h1 seriam ilegais já que se movendo até uma destas casas o bispo negro (posicionado em h7) poderia capturar o rei branco.